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Endocrinologia

Dr. Cláudio Ambrósio é médico especialista em endocrinologia. 

Em seu vasto curriculum, em apenas 20 anos de carreira, pode-se citar Curso de Endocrinologia assim como Pós-graduação em Endocrinologia e Metabolismo na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, curso de Alergia e Imunopalogia pela prestigiada Universidade de Minnesota (EUA) e especialização em Alergia também em Harvard. Na Romênia, Transilvânia, Ambrósio especializou-se em Alergologia, Endocrinologia e Geriatria no Hospital de Cluj Napoca.

Atualmente, faz parte do seleto corpo docente da Universidade da Califórnia (EUA) ministrando como Professor Convidado no curso de Biotecnologia e Medicina. Neste mesmo campus troca mensalmente informações com o PHD, Bruce A. Beutler, ganhador do prêmio Nobel de Medicina (a Universidade é vencedora de 16 Prêmios Nobel nos últimos anos).

O chip da contracepção

 

Durante muito tempo as pílulas contraceptivas foram um pesadelo no universo feminino. Fatores como esquecimento, frigidez entre outros efeitos colaterais que geram complicações, fizeram um grande número de mulheres optar por outras formas de prevenir uma gravidez.

Agora, um novo método chamado Implante Subdérmico Contraceptivo, conhecido popularmente como “chip contraceptivo”, chega ao Brasil trazendo mais eficácia e comodidade.

De acordo com o médico Claudio Ambrósio, Pós-graduado em Endocrinologia e Metabolismo e Professor convidado pela Universidade da Califórnia, os Implantes Subdérmicos Contraceptivos, método mais utilizado na Europa, são pequenos bastões de aproximadamente 4 cm colocados sob a pele e que tem como principal objetivo impedir a ovulação. “Uma vez no organismo, o Implante Subdérmico Contraceptivo libera hormônio derivado da Progesterona que impedem a liberação do óvulo pelo ovário, além de alterar a secreção do colo do útero, dificultando a entrada do espermatozoide. Sendo um dos mais eficazes métodos contraceptivos”, afirma o especialista.

Indicado principalmente para mulheres que por algum motivo tenham resistência ou impossibilidade ao tratamento com a pílula, o implante é uma opção segura, já que não contém o Estradiol, substância alvo de recente polêmica ao ser apontada como causadora de complicações. Um dos benefícios é que a medicação não entra em contato com a parte gástrica e hepática, suavizando possíveis efeitos colaterais como náuseas e vômitos, além disso o diminui o risco de algumas doenças como trombose.

Com um tempo de atuação no organismo de até três anos, o “Chip” Contraceptivo inicia sua ação contraceptiva em poucos dias, mas exige um período de adaptação de aproximadamente seis meses para que haja uma padronização da menstruação. “Passada essa fase, a paciente conseguirá sentir os efeitos do implante na regulação do fluxo menstrual, também podendo haver diminuição considerável da menstruação, e até mesmo a interrupção total do fluxo em algumas mulheres, melhora na tensão pré-menstrual e nas cólicas”, relata Ambrósio.

Outro benefício do implante é que é colocado no braço, podendo ser utilizado também por jovens, que muitas vezes se preocupam em usar DIU, por exemplo. “Pode ser utilizado em jovens, mulheres que nunca tiveram filho ou ainda durante o aleitamento materno, já que não prejudica o desenvolvimento do bebê nem a quantidade de leite”, explica o médico, reiterando que além de prevenir a gravidez, o medicamento pode ser usado ainda para auxílio na endometriose, e casos crônicos de tensão pré-menstrual.

 

Serviços:

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Tel: 21 2484-2484 / 2484-2256.